sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
domingo, 25 de novembro de 2012
O que os pais devem fazer?
Os pais que suspeitam que seu filho pode ser autista, devem consultar um pediatra para que os indiquem um psiquiatra de crianças e adolescentes, que podem diagnosticar com certeza o autismo, seu nível de gravidade e determinar as medidas educacionais apropriadas. O autismo é uma enfermidade, e as crianças autistas podem ter uma incapacidade séria para toda a vida. No entanto, com o tratamento adequado, algumas crianças autistas podem desenvolver certos aspectos de independência em suas vidas.
Os pais devem animar seus filhos autistas para que desenvolvam essas habilidades que fazem uso dos seus pontos fortes de maneira que se sintam bem consigo mesmos. O psiquiatra, além de tratar a criança, pode ajudar a família a resolver o stress; por exemplo, pode ajudar aos irmãozinhos, que possam sentir-se ignorados pelo cuidado que requer a criança autista, ou que se sintam constrangidos de levarem seus amiguinhos à casa. O psiquiatra de crianças e adolescentes pode ajudar aos pais a resolverem os problemas emocionais que surjam como resultado de conviver com uma criança autista, e orientá-los de maneira que possam criar um ambiente favorável para o desenvolvimento e o ensino da criança.
sábado, 3 de novembro de 2012
sábado, 29 de setembro de 2012
Autismo raro pode ser tratado com suplementos alimentares
Publicidade Autismo raro pode ser tratado com suplementos alimentaresUm simples suplemento alimentar poderia ajudar a tratar um tipo raro de autismo que está vinculado à epilepsia e, ao que tudo indica, a uma deficiência de aminoácidos, segundo um estudo publicado na revista Science esta semana. Cerca de 25% das pessoas que sofrem de autismo são também epilépticos, ou seja, possuem um problema nas conexões elétricas cerebrais caracterizado por convulsões cujas causas são em sua maior parte desconhecidas.
Pesquisadores americanos da Universidade da Califórnia em San Diego e de Yale (Connecticut, nordeste dos Estados Unidos)foram capazes de isolar uma mutação genética em alguns pacientes autistas epilépticos que acelera o metabolismo de certos aminoácidos, o que gera uma carência. Esta descoberta poderia ajudar os médicos a diagnosticar este tipo de autismo mais rapidamente, o que permitiria também começar um tratamento mais cedo.
Segundo os autores deste trabalho seria possível também tratar esta forma de autismo com suplementos alimentares que contêm os chamados aminoácidos ramificados, como mostram experimentos realizados com camundongos geneticamente modificados para ter a mesma mutação genética. “Foi muito surpreendente encontrar mutações genéticas que afetam o metabolismo e que são específicas do autismo e podem ser potencialmente tratadas”, afirmou o coautor do estúdio Joseph Gleeson, professor de neurociência da Universidade da Califórnia, em San Diego.
“O que é mais excitante é que o potencial tratamento é óbvio e simples: trata-se de dar aos pacientes afetados os aminoácidos que faltam a seu organismo”, disse. O professor Gleeson e seus colegas sequenciaram uma parte do genoma de crianças autistas em duas famílias que sofriam epilepsia e que contavam com a mutação do gene que regula o metabolismo dos aminoácidos ramificados.
A equipe de Gleeson realizou testes com suplementos alimentares comuns disponíveis em herbários emcamundongos modificados geneticamente. Os camundongos com a mutação genética específica mostraram sintomas de autismo, incluindo ataques de epilepsia, mas ao serem tratados com suplementos alimentares, a condição deles melhorou.
“Estudar os animais foi essencial para nossa descoberta”, afirmou Gaia Novarino, do laboratório Gleeson, e principal autor do estudo. “Uma vez que descobrimos que podemos tratar a condição em camundongos, a questão era se funcionaria de forma eficaz em nossos pacientes”, disse. Os pesquisadores forneceram o suplemento a pacientes humanos, mas ainda não há dados suficientes para determinar se o tratamento serviu para melhorar os sintomas do autismo.
domingo, 9 de setembro de 2012
Com arrancada no fim, brasileiro Tito Sena conquista o ouro na maratona
09/09/2012 06h39 - Atualizado em 09/09/2012 10h23
Com o tempo de 2h30m49s na categoria T46, corredor fecha brilhante campanha brasileira no atletismo em Londres. Ozivan Bonfim chega em 4º
Por GLOBOESPORTE.COM Londres
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No último dia das Paralimpíadas de Londres, o Brasil conseguiu mais uma medalha de ouro no atletismo. Na categoria T46 da maratona, para atletas amputados ou com má formação congênita, Tito Sena venceu a prova de maneira emocionante. Após ficar na segunda colocação durante quase todo o percurso, Tito arrancou no quilometro final e superou o espanhol Abderrahman Ait Khamouch. Esse foi o 21º conquista dourada do Brasil em Londres.
Tito Sena comemoração Maratona Paralimpíadas (Foto: AP)Tito Sena comemora o ouro nas Paralimpíadas de Londres (Foto: AP)
O corredor brasileiro, de 45 anos, completou a prova em 2h30m49s, superando em nove segundos a sua marca em Pequim. O espanhol Abderrahman Ait Khamouch ficou com a prata. O bronze ficou com oo belga Van den Heede Frederic. O brasileiro Ozivan Bonfim terminou na quarta colocação, com o tempo de 2h37m16s.
Prata em Pequim, Tito Sena conquistou sua segunda medalha paralímpica. Ouro na maratona de Paris neste ano, o brasileiro trabalhava em uma fábrica quando sofreu um acidente, em 2003. Acabou comprimindo e perdendo parte de seu braço direito. Recuperado, apostou no atletismo para recomeçar.
- Não tenho nem palavras. Em Pequim, eu tive um rompimento do tendão de Aquiles. Corri 14 km com muita dor. Aqui está a recompensa, estou muito feliz. O espanhol era o grande páreo que eu tinha, o grande favorito. Ultrapassei faltando uns 200m. Deus me deu força para chegar à vitória - disse Tito, em entrevista ao SporTV.
Na categoria T12, o espanhol Alberto Laso Suarez, que cumpriu o percurso em 2h24m50s, conquistou a medalha de ouro foi decidida por apenas um segundo. A prata ficou com o colombiano Serna Moreno, enquanto Abderrahim Zhiou, da Tunísia, foi o terceiro colocado.
sábado, 8 de setembro de 2012
Claudiney Batista garante a prata no lançamento de dardo e bate recorde
.08/09/2012 18h15 - Atualizado em 08/09/2012 18h15
Brasileiro lança para 45,38m, consegue 1024 pontos e quebra marca da
sua classe, a F57. Iraniano, da F58, atinge 50,98m e conquista o ouro
Por GLOBOESPORTE.COM
Londres
Comente agoraO brasileiro Claudiney Batista dos Santos ganhou mais uma medalha para o Brasil no atletismo dos Jogos Paralímpicos de Londres. Na final do lançamento de dardo F57/58, neste sábado, o atleta de São José do Rio Preto-SP lançou para 45,38, na terceira tentativa, levou a prata com 1024 pontos e bateu o recorde mundial da classe F57. O iraniano Mohammad Khalvandi ficou com o ouro ao mandar o dardo a 50,98m, com 1044 pontos, e quebrou o recorde de sua classe, a F58. O bronze foi para o egípico Raed Salem, que atingiu 47,90m e 991 pontos.
Durante a manhã, o Brasil havia conquistado o ouro na prova feminino do lançamento de dardo F37/38. Shirlene Coelho dominou a final e mandou seu dardo a 36,86m, novo recorde mundial. Esta foi a 16ª medalha dourada do país nos Jogos Paralímpicos de Londres.
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